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	<title>Dra. Bárbara Reis Krammer &#8211; Endocrinologista Pediátrica em Caxias do Sul, Farroupilha e Porto Alegre.</title>
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	<description>Como Endocrinologista Pediátrica, me dedico ao cuidado integral da saúde hormonal de crianças e adolescentes entre 0 e 18 anos. Endocrinologista Pediatra. Dra. Bárbara Reis Krammer - Endocrinologista Pediátrica em Caxias do Sul, Farroupilha e Porto Alegre.</description>
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	<title>Dra. Bárbara Reis Krammer &#8211; Endocrinologista Pediátrica em Caxias do Sul, Farroupilha e Porto Alegre.</title>
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		<title>Planos de Saúde e Bomba de Insulina: Entenda a Nova Decisão do STJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Bárbara Reis Krämmer]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 21:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem convive com o diabetes insulinodependete, os  avanço em tecnologia das últimas décadas é um aliado importante na busca &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://drabarbarakrammer.com.br/planos-de-saude-e-bomba-de-insulina-entenda-a-nova-decisao-do-stj/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-path-to-node="3"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-431 alignleft" src="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-21-180446-300x204.png" alt="" width="350" height="238" srcset="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-21-180446-300x204.png 300w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-21-180446-768x522.png 768w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-21-180446.png 871w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /></p>
<p data-path-to-node="3">Para quem convive com o diabetes insulinodependete, os  avanço em tecnologia das últimas décadas é um aliado importante na busca por qualidade de vida. Entre estes dispositivos está a <b data-path-to-node="3" data-index-in-node="150">Bomba de Infusão de Insulina</b>, um dispositivo que libera o insulina de forma contínua, simulando a função do pâncreas.<strong> No entanto, o alto custo do equipamento sempre foi uma barreira, levando muitos pacientes a buscarem o Judiciário.</strong></p>
<p data-path-to-node="4">Recentemente, no mês de março de 2026, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu um passo decisivo sobre o assunto ao julgar o <b data-path-to-node="4" data-index-in-node="101">Tema Repetitivo 1.316</b>. A decisão traz critérios claros que podem mudar a forma como os planos de saúde lidam com esses pedidos.</p>
<p data-path-to-node="4">O uso de infusão subcutânea contínua de insulina no diabetes mellitus tipo 1 durante a infância oferece benefícios comprovados, <strong>incluindo melhor controle glicêmico (redução do HbA1c), menor risco de hipoglicemia grave, menor risco de cetoacidose diabética, maior satisfação com o tratamento e melhor qualidade de vida.</strong>  As bombas de infusão de insulina são recomendados pela <em>American Diabetes Association</em> como preferenciais para crianças com diabetes tipo 1, devido à sua capacidade de ajustar automaticamente a infusão de insulina em resposta a valores e tendências glicêmicas, <strong>desde o início do tratamento</strong></p>
<p>Em resumo, a bomba de insulina, especialmente quando integrada a sistemas automatizados e de menor tamanho, oferece benefícios clínicos e psicossociais relevantes para crianças com diabetes tipo 1.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 data-path-to-node="5">O que mudou com a decisão do STJ?</h2>
<p data-path-to-node="6">Até então, as operadoras de saúde frequentemente negavam o fornecimento da bomba, alegando que o dispositivo não constava no Rol de Procedimentos da ANS ou que se tratava de tratamento domiciliar. Com o novo entendimento, o STJ definiu que o plano de saúde <b data-path-to-node="6" data-index-in-node="257">pode ser obrigado a custear o equipamento</b>, desde que alguns critérios técnicos sejam respeitados.</p>
<p data-path-to-node="6">
<h2 data-path-to-node="7">Os 3 Critérios Fundamentais para a Cobertura</h2>
<p data-path-to-node="8">Para que o paciente tenha o direito ao fornecimento da bomba pelo plano, o tribunal estabeleceu pontos essenciais que devem ser comprovados:</p>
<ol start="1" data-path-to-node="9">
<li>
<p data-path-to-node="9,0,0"><b data-path-to-node="9,0,0" data-index-in-node="0">Indicação Médica Fundamentada:</b> é necessário um relatório médico detalhado explicando por que a bomba é a melhor opção terapêutica para aquele caso específico.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="9,1,0"><b data-path-to-node="9,1,0" data-index-in-node="0">Ineficácia do Tratamento Convencional:</b> deve-se demonstrar que as terapias tradicionais não foram suficientes para controlar a glicemia ou evitar crises graves.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="9,2,0"><b data-path-to-node="9,2,0" data-index-in-node="0">Registro na ANVISA:</b> o modelo do equipamento e os insumos utilizados devem ter registro regular na Agência Nacional de Vigilância Sanitária.</p>
</li>
</ol>
<h2 data-path-to-node="10"></h2>
<h2 data-path-to-node="10">Por que essa decisão é importante?</h2>
<p data-path-to-node="11">A principal vantagem de um &#8220;Tema Repetitivo&#8221; é a padronização. Antes, o paciente ficava à mercê da interpretação de cada juiz. Agora, existe uma diretriz nacional. Isso traz mais segurança jurídica e agilidade: se o seu caso se encaixa nos critérios definidos pelo STJ, as chances de uma solução favorável aumentam consideravelmente.</p>
<p data-path-to-node="13"><strong>Converse com seu endocrinologista sobre a possibilidade de transição para o uso do tratamento com bomba de insulina.</strong></p>
<p data-path-to-node="13">
<p data-path-to-node="13"><strong>Fontes: </strong></p>
<p data-path-to-node="13">AMERICAN DIABETES ASSOCIATION PROFESSIONAL PRACTICE COMMITTEE. 7. Diabetes technology: standards of care in diabetes-2026. <b data-path-to-node="1,2,0" data-index-in-node="123">Diabetes Care</b>, v. 49, n. 1, p. S150-S165, jan. 2026. Suplemento 1. DOI 10.2337/dc26-S007.</p>
<p data-path-to-node="13">BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Repetitivo define critérios para fornecimento de bomba de insulina por planos de saúde. Brasília, DF: STJ, 12 mar. 2026. Disponível em: https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2026/12032026-Repetitivo-define-criterios-para-fornecimento-de-bomba-de-insulina-por-planos-de-saude.aspx. Acesso em: 21 mar. 2026.</p>
<p data-path-to-node="13">CHIANG, J. L.; MAAHS, D. M.; GARVEY, K. C. et al. Type 1 diabetes in children and adolescents: a position statement by the American Diabetes Association. <b data-path-to-node="1,0,0" data-index-in-node="154">Diabetes Care</b>, v. 41, n. 9, p. 2026-2044, set. 2018. DOI 10.2337/dci18-0023.</p>
<p data-path-to-node="1,1,0">SPERLING, M. A.; LAFFEL, L. M. Current management of glycemia in children with Type 1 Diabetes Mellitus. <b data-path-to-node="1,1,0" data-index-in-node="105">N Engl J Med</b>, v. 386, n. 12, p. 1155-1164, mar. 2022. DOI 10.1056/NEJMcp2112175.</p>
<p data-path-to-node="1,2,0">
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			</item>
		<item>
		<title>Hipotireoidismo congênito: por que ele está no teste do pezinho?</title>
		<link>https://drabarbarakrammer.com.br/hipotireoidismo-congenito-por-que-ele-esta-no-teste-do-pezinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Bárbara Reis Krämmer]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 14:28:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Hipotireoidismo Congênito (HC) é a doença congênita mais comum do sistema endócrino e a principal causa de deficiência mental &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://drabarbarakrammer.com.br/hipotireoidismo-congenito-por-que-ele-esta-no-teste-do-pezinho/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Hipotireoidismo Congênito (HC) é a <strong>doença congênita mais comum do sistema endócrino</strong> e a <strong>principal causa de deficiência mental prevenível.</strong> O HC  não tratado e acompanhado adequadamente leva a complicações irreversíveis, como <strong>prejuízos no desenvolvimento mental e baixa estatura</strong>. Felizmente, o tratamento precoce,  antes dos 15 dias de vida, previne as complicações a longo prazo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-425 aligncenter" src="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-from-rawpixel-id-3403007-jpeg-300x200.jpg" alt="" width="484" height="322" srcset="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-from-rawpixel-id-3403007-jpeg-300x200.jpg 300w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-from-rawpixel-id-3403007-jpeg-1024x684.jpg 1024w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-from-rawpixel-id-3403007-jpeg-768x513.jpg 768w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-from-rawpixel-id-3403007-jpeg-720x480.jpg 720w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-from-rawpixel-id-3403007-jpeg.jpg 1200w" sizes="(max-width: 484px) 100vw, 484px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Como é realizada a triagem?</h4>
<p>Atualmente, a triagem neonatal deve ser realizada <strong>48 horas após o nascimento ou até o 5º dia de vida</strong>, uma vez que a coleta mais precoce leva a maior número de falsos positivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>O diagnóstico deve ser confirmado?</h4>
<p>SIm!. A confirmação é realizada pela dosagem de TSH e T4 total ou livre com a maior brevidade possível, em amostra de sangue venoso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Qual é a causa do hipotireoidismo congênito?</h4>
<p>O <strong>hipotireoidismo congênito pode ter origem genética, embora a maioria dos casos seja esporádica</strong>, ou seja, sem histórico familiar. As causas genéticas envolvem mutações em genes relacionados ao desenvolvimento da glândula tireoide ou à síntese de hormônios tireoidianos. O hipotireidismo congênito, até o presente momento, <strong>não é prevenível</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Casos especiais</h4>
<p>Em <strong>recém-nacidos com prematuridade extrema ou muito baixo peso ao nascer o diagnóstico pode ser mais difícil</strong> e o exame deve ser repetido com um mês de vida ou na alta hospitalar, o que ocorrer primeiro. Ou realizar a triagem tripla com coleta no 5º, 10º e 30º dias de vida para melhor avaliação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Qual o papel do endocrinologista pediátrico no seguimento?</h4>
<p>Após a confirmação diagnóstica, o a<strong>companhamento endocrinológico</strong> é essencial. O papel do endocrinologista pediátrico no acompanhamento do paciente com <strong>hipotireoidismo congênito</strong> é central para garantir o desenvolvimento neurocognitivo e o crescimento adequados, além de minimizar riscos de subtratamento ou excesso de reposição hormonal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:</p>
<p>BRASIL. Ministério da Saúde. <b data-path-to-node="4,0" data-index-in-node="29">PCDT Resumido: Hipotireoidismo</b>. Brasília, DF: CONITEC, [. Disponível em: <a class="ng-star-inserted" href="https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/protocolos/resumidos/pcdt_resumido_do_hipotireoidismo.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-hveid="0" data-ved="0CAAQ_4QMahcKEwiH0oWyxe-RAxUAAAAAHQAAAAAQPw">https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/protocolos/resumidos/pcdt_resumido_do_hipotireoidismo.pdf</a>. Acesso em: 3 jan. 2026.</p>
<p>Rose SR, Wassner AJ, Wintergerst KA, Yayah-Jones NH, Hopkins JJ, Giddy J, et al. Congenital Hypothyroidism: Screening and Management. Pediatrics. 2022;151(1):e2022060420. doi: 10.1542/peds.2022-060420.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Trissomia do Cromossomo 21 ou Síndrome de Down &#8211; qual é o papel do Endocrinologista Pediátrico no acompanhamento?</title>
		<link>https://drabarbarakrammer.com.br/trissomia-do-cromossomo-21-ou-sindrome-de-down-qual-e-o-papel-do-endocrinologista-pediatrico-no-acompanhamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Bárbara Reis Krämmer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 01:15:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Trissomia do 21 (T21), popularmente conhecida como Síndrome de Down, acontece quando uma pessoa tem um cromossomo 21 a &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://drabarbarakrammer.com.br/trissomia-do-cromossomo-21-ou-sindrome-de-down-qual-e-o-papel-do-endocrinologista-pediatrico-no-acompanhamento/">Read More</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="model-response-message-contentr_b6374946b922c869" class="markdown markdown-main-panel enable-updated-hr-color" dir="ltr" aria-live="polite" aria-busy="false">
<p data-path-to-node="1"><img decoding="async" class=" wp-image-418 alignright" src="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/11/down-200x300.jpg" alt="" width="288" height="432" srcset="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/11/down-200x300.jpg 200w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/11/down-683x1024.jpg 683w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/11/down-768x1152.jpg 768w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/11/down.jpg 800w" sizes="(max-width: 288px) 100vw, 288px" /></p>
<p>A <b>Trissomia do 21 (T21),</b> popularmente conhecida como <b>Síndrome de</b> Down, acontece quando uma pessoa tem um <b>cromossomo 21 a</b> mais, e impacta diretamente a <b>produção hormonal</b>.</p>
<p>A <strong>prevalência da síndrome de Down</strong> é de aproximadamente 1 em cada 700 a 800 nascidos vivos mundialmente, sendo considerada a anomalia cromossômica mais comum associada à deficiência intelectual</p>
<p>O <strong>endocrinologista pediátrico</strong> faz parte da equipe multidisciplinar que atende essas crianças e tem papel no acompanhamento <strong>desde o nascimento até o final da adolescência. </strong></p>
<p data-path-to-node="2">Saiba as principais alterações hormonais (ou <b>endocrinológicas</b>) que podem acontecer em quem tem Síndrome de Down são:</p>
</div>
<div id="model-response-message-contentr_b6374946b922c869" class="markdown markdown-main-panel enable-updated-hr-color" dir="ltr" aria-live="polite" aria-busy="false">
<h3>1. Afecções de Tireoide (Hipotireoidismo ou Hipertireoidismo)</h3>
<p data-path-to-node="5">A <b>tireoide</b> é uma glândula no pescoço que produz hormônios que controlam como o corpo usa energia (<b>metabolismo</b>).</p>
<ul data-path-to-node="6">
<li>
<p data-path-to-node="6,0,0"><b>O que é:</b> O problema mais comum é o <b>hipotireoidismo</b>, quando a tireoide <b>trabalha de menos</b> e produz menos hormônios do que o necessário.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="6,1,0"><b>Quando acontece:</b> Pode acontecer <b>desde o nascimento</b> (em 2 a 7% dos bebês) ou <b>aparecer depois</b> (hipotireoidismo adquirido), muitas vezes causado por um problema de <b>autoimunidade</b> (o corpo ataca a própria tireoide, como na <b>Tireoidite de Hashimoto</b>).</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="6,2,0"><b>Importância:</b> Cerca de <b>metade dos adultos</b> com T21 terá algum tipo de problema na tireoide. Em crianças, o hipotireoidismo é um <strong>prejudica l</strong> ao <strong>neurodesenvolvimento, tônus, e desenvolvimento</strong>.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="6,3,0"><b>Cuidado:</b> Por isso, é muito importante fazer <b>exames de sangue</b> logo ao nascer e <strong>periodicamente</strong> para verificar se a tireoide está funcionando bem, ´principalmente na infância.</p>
</li>
</ul>
<hr data-path-to-node="7" />
<h3>2. Diabetes Tipo 1</h3>
<p data-path-to-node="9">O <b>diabetes tipo 1</b> é quando o corpo <b>não produz insulina</b> suficiente, o hormônio que ajuda a usar o açúcar (glicose) do sangue.</p>
<ul data-path-to-node="10">
<li>
<p data-path-to-node="10,0,0"><b>O que é:</b> Pessoas com SD têm um <b>risco um pouco maior</b> de ter diabetes tipo 1 do que a população em geral.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="10,1,0"><b>Por quê:</b> Isso está ligado à maior chance de ter <b>doenças autoimunes</b> (onde o corpo ataca a si mesmo).</p>
</li>
<li><strong>Cuidado: </strong>atenção a sintomas como <strong>emagrecimento repentino</strong>, <strong>sede excessiva</strong>, <strong>urina excessiva</strong>. Também é necessário monitorização periódica de <strong>glicose em jejum </strong>e <strong>hemoglobina glicada</strong>.</li>
</ul>
<hr data-path-to-node="11" />
<h3>3. Obesidade e Sobrepeso</h3>
<ul data-path-to-node="13">
<li>
<p data-path-to-node="13,0,0"><b>O que é:</b> Crianças e adolescentes com T21 têm <b>mais chances</b> de ganhar peso demais (<b>sobrepeso</b> e <b>obesidade</b>).</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="13,1,0"><b>Números:</b> Cerca de <b>28%</b> podem ter sobrepeso e <b>17%</b> podem ser obesos.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="13,2,0"><b>Consequência:</b> O excesso de peso pode trazer <strong>complicações</strong><b>, </b>como &#8220;gordura no fígado&#8221; ou Doença Hepática Esteatótica Metabólica,  Diabetes Tipo 2, Hipertensão Arterial e piora da qualidade de vida.</p>
</li>
<li><strong>Cuidado</strong>: manter <strong>alimentação</strong> principalmente <strong><em>in natura</em></strong>e estimular a atividade física.</li>
</ul>
<hr data-path-to-node="14" />
<hr data-path-to-node="17" />
<h3>4. Desenvolvimento Sexual (Puberdade)</h3>
<ul data-path-to-node="19">
<li>
<p data-path-to-node="19,2,0">Em  meinos e meninas, a <b>puberdade</b> pode começar <b>cedo demais (precoce) ou tarde demais (tardia)</b>.</p>
</li>
<li><strong>Cuidado: </strong>exame físico completo para verificar o <strong>estágio da puberdade</strong>.</li>
</ul>
<hr data-path-to-node="20" />
<h3>5. Ossos Fracos (Osteopenia/Osteoporose)</h3>
<ul data-path-to-node="22">
<li>
<p data-path-to-node="22,0,0"><b>O que é:</b> Os ossos podem ser <b>menos densos</b> e mais fracos que pessoas sem a T21.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="22,1,0"><b>Causas:</b> Isso acontece por vários motivos, incluindo a <b>baixa estatura</b>, a falta de <b>exercícios</b> e alterações nos <b>hormônios</b>.</p>
</li>
<li><strong>Cuidados: </strong>manter-se <strong>ativo </strong>e como consumo diário de alimentos ricos em <strong>cálcio</strong>.</li>
</ul>
<hr data-path-to-node="23" />
<h3>Monitoramento e Cuidado</h3>
<p data-path-to-node="25">É <b>essencial</b> fazer <b>exames e acompanhamento regular</b> com o médico <strong>endocrinologista pediátrico</strong> para encontrar e tratar esses problemas hormonais <b>o mais cedo possível</b>.</p>
<hr data-path-to-node="26" />
<h3>Referências</h3>
<ol start="1" data-path-to-node="28">
<li>
<p data-path-to-node="28,0,0">BULL, M. J. et al. Health Supervision for Children and Adolescents With Down Syndrome. <b>Pediatrics</b>, [s. l.], v. 149, n. 5, p. e2022057010, 2022. DOI: 10.1542/peds.2022-057010.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="28,1,0">ZALZAL, H. G.; LAWLOR, C. M. Down Syndrome for the Otolaryngologist: A Review. <b>JAMA Otolaryngology&#8211; Head &amp; Neck Surgery</b>, [s. l.], v. 149, n. 4, p. 360–367, 2023. DOI: 10.1001/jamaoto.2023.0001.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="28,2,0">CALCATERRA, V. et al. Timing, Prevalence, and Dynamics of Thyroid Disorders in Children and Adolescents Affected With Down Syndrome. <b>Journal of Pediatric Endocrinology &amp; Metabolism : JPEM</b>, [s. l.], v. 33, n. 7, p. 885–891, 2020. DOI: 10.1515/jpem-2020-0119.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="28,3,0">BULL, M. J. Down Syndrome. <b>The New England Journal of Medicine</b>, [s. l.], v. 382, n. 24, p. 2344–2352, 2020. DOI: 10.1056/NEJMra1706537.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="28,4,0">SZYBIAK-SKORA, W.; CYNA, W.; LACKA, K. Autoimmune Thyroid Disease in Patients With Down Syndrome-Review. <b>International Journal of Molecular Sciences</b>, [s. l.], v. 26, n. 1, p. 29, 2024. DOI: 10.3390/ijms26010029.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="28,5,0">REGUERAS, L. et al. Endocrinological Abnormalities in 1,105 Children and Adolescents With Down Syndrome. <b>Medicina Clinica</b>, [s. l.], v. 136, n. 9, p. 376–81, 2011. DOI: 10.1016/j.medcli.2010.06.029.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="28,6,0">MOLINARI, S. et al. Endocrine, Auxological and Metabolic Profile in Children and Adolescents With Down Syndrome: From Infancy to the First Steps Into Adult Life. <b>Frontiers in Endocrinology</b>, [s. l.], v. 15, p. 1348397, 2024. DOI: 10.3389/fendo.2024.1348397.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="28,7,0">WHOOTEN, R.; SCHMITT, J.; SCHWARTZ, A. Endocrine Manifestations of Down Syndrome. <b>Current Opinion in Endocrinology, Diabetes, and Obesity</b>, [s. l.], v. 25, n. 1, p. 61–66, 2018. DOI: 10.1097/MED.0000000000000382.</p>
</li>
</ol>
</div>
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		<item>
		<title>Obesidade infantil supera em frequência a desnutrição infantil!</title>
		<link>https://drabarbarakrammer.com.br/obesidade-infantil-supera-em-frequencia-a-desnutricao-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Bárbara Reis Krämmer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 13:54:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2025, a UNICEF emitiu um alerta de que a obesidade infantil passou a ser mais comum do que a &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://drabarbarakrammer.com.br/obesidade-infantil-supera-em-frequencia-a-desnutricao-infantil/">Read More</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="261" data-end="487">Em 2025, a UNICEF emitiu um alerta de que a <strong data-start="272" data-end="339">obesidade infantil passou a ser mais comum do que a desnutrição</strong> no mundo. Segundo o UNICEF, <strong data-start="368" data-end="408">1 em cada 10 crianças e adolescentes</strong> entre 5 e 19 anos convive com obesidade, o que corresponde a cerca de <strong data-start="438" data-end="453">188 milhões</strong> de jovens mundialmente. Os casos de obesidade triplicaram desde o ano 2000, o que já corresponde a 9,4% dos jovens.</p>
<p data-start="1508" data-end="1887">O fácil acesso e o marketing de <strong data-start="1617" data-end="1673">fast foods, refrigerantes e lanches ultraprocessados</strong> influenciam as escolhas das crianças.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-413 aligncenter" src="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/10/UN0846051_UNICEF-UN0846062-Goupil-Highway-Child-300x200.webp" alt="" width="300" height="200" srcset="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/10/UN0846051_UNICEF-UN0846062-Goupil-Highway-Child-300x200.webp 300w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/10/UN0846051_UNICEF-UN0846062-Goupil-Highway-Child-768x512.webp 768w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/10/UN0846051_UNICEF-UN0846062-Goupil-Highway-Child-720x480.webp 720w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/10/UN0846051_UNICEF-UN0846062-Goupil-Highway-Child.webp 770w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<h1 data-start="967" data-end="1042"></h1>
<h4 data-start="967" data-end="1042"><strong data-start="967" data-end="988">Causas principais da obesidade infantil </strong></h4>
<p data-start="967" data-end="1042"><br data-start="988" data-end="991" />A obesidade infantil tem <strong data-start="1016" data-end="1033">muitas causas</strong>, como:</p>
<ul>
<li data-start="1045" data-end="1072"><strong data-start="1045" data-end="1069">Genética;</strong></li>
<li data-start="1045" data-end="1072"><strong>Fatores hormonais;</strong></li>
<li><b>Sedentarismo;</b></li>
<li data-start="1075" data-end="1141"><strong data-start="1075" data-end="1098">Hábitos alimentares</strong></li>
<li data-start="1176" data-end="1200"><strong data-start="1176" data-end="1197">Sono insuficiente</strong>;</li>
<li data-start="1221" data-end="1250"><strong data-start="1221" data-end="1247">Uso de certos remédios</strong>;</li>
<li data-start="1253" data-end="1356"><strong data-start="1253" data-end="1285">Fatores sociais e econômicos</strong> (como falta de acesso a alimentos saudáveis ou locais para brincar).</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h4 data-start="1728" data-end="1779"><strong data-start="1728" data-end="1741">Prevenção</strong></h4>
<p data-start="1728" data-end="1779">Para evitar a obesidade infantil se sugere:</p>
<ul>
<li data-start="1782" data-end="1887"><strong>Alimentação</strong><strong data-start="1788" data-end="1815"> equilibrada em família,</strong> com frutas, verduras, grãos integrais e proteínas magras;</li>
<li data-start="1890" data-end="1940"><strong data-start="1890" data-end="1937">Evitar alimentos industrializados;</strong></li>
<li data-start="1890" data-end="1940"><strong data-start="1943" data-end="1974">Pratique atividades físicas</strong> todos os dias por pelo menos uma hora;</li>
<li data-start="2014" data-end="2090"><strong data-start="2014" data-end="2040">Limitar o tempo de tela</strong> (TV, celular, tablets videogame) a até 2 horas por dia;</li>
<li data-start="2093" data-end="2129"><b>Dormir cedo e uma quantidade de horas suficiente;</b></li>
<li data-start="2132" data-end="2199"><strong data-start="2132" data-end="2148">Que o adulto dê o exemplo:</strong> hábitos saudáveis devem começar pelos adultos;</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p data-start="217" data-end="662">A obesidade infantil é uma condição de saúde séria em que a criança &#8211; o peso extra pode causar doenças como <strong data-start="377" data-end="396">diabetes tipo 2</strong>, <strong data-start="398" data-end="414">pressão alta</strong>, alguns tipos de câncer, além de <strong data-start="424" data-end="463">problemas de autoestima e depressão</strong>.</p>
<p data-start="967" data-end="1042">Agende sua consulta!</p>
<p>Fontes:</p>
<p>Mayo Clinic Staff. <em data-start="112" data-end="151">Childhood obesity – Symptoms &amp; causes</em>. Mayo Clinic, 8 jan. 2025. Disponível em: <a class="decorated-link" href="https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/childhood-obesity/symptoms-causes/syc-20354827?utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="194" data-end="289">https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/childhood-obesity/symptoms-causes/syc-20354827</a>. Acesso em: 21 out. 2025.</p>
<p>UNICEF. <em data-start="79" data-end="189">Pela primeira vez, obesidade supera a desnutrição globalmente entre crianças e adolescentes em idade escolar</em>. Comunicado de imprensa. 09 set. 2025. Disponível em: <a class="decorated-link" href="https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-imprensa/pela-primeira-vez-obesidade-supera-desnutricao-globalmente-entre-criancas-e-adolescentes-em-idade-escolar?utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="244" data-end="405">https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-imprensa/pela-primeira-vez-obesidade-supera-desnutricao-globalmente-entre-criancas-e-adolescentes-em-idade-escolar</a>. Acesso em: 21 out. 2025.</p>
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		<item>
		<title>Crianças que nascem pequenas ficarão baixinhas?</title>
		<link>https://drabarbarakrammer.com.br/criancas-que-nascem-pequenas-ficarao-baixinhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Bárbara Reis Krämmer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 12:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bem, a resposta como várias coisas na medicina é depende. &#160; Existem crianças que nascem pequenas para a idade gestacional (PIG), &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://drabarbarakrammer.com.br/criancas-que-nascem-pequenas-ficarao-baixinhas/">Read More</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, a resposta como várias coisas na medicina é <strong>depende</strong>.</p>
<figure id="attachment_377" aria-describedby="caption-attachment-377" style="width: 157px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-377" src="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-25-091013-217x300.png" alt="" width="157" height="217" srcset="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-25-091013-217x300.png 217w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-25-091013.png 500w" sizes="auto, (max-width: 157px) 100vw, 157px" /><figcaption id="caption-attachment-377" class="wp-caption-text">Imagem: Getty Images</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existem crianças que nascem <strong>pequenas para a idade gestacional (PIG)</strong>, ou seja, com peso e/ou comprimento abaixo do esperado para o tempo de gestação. Isso é resultado de uma<strong> restrição de crescimento intrauterino</strong>.</p>
<p>A restrição do crescimento intrauterino se dá por <strong>questões de saúde da mãe</strong>, <strong>doenças da placenta</strong> ou <strong>alterações genéticas da criança</strong>, mas cerca de 40% das vezes, nenhuma causa da restrição é encontrada!</p>
<p>A criança  <strong>PIG</strong> é diferente de uma criança <strong>prematura</strong>, que é aquela que nasceu <strong>com menos de 37 semanas</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um bebê pode ser:</p>
<ul>
<li>Prematuro, mas com peso adequado para a idade gestacional: apenas <strong>prematuro</strong></li>
<li>Nascido de tempo normal, mas menor que as crianças que atingem o mesmo tempo de gestação: <strong>PIG</strong></li>
<li>Nascido antes do tempo e menor do que o esperado: <strong>prematuro e PIG</strong></li>
</ul>
<p>O bebê <strong>PIG </strong>tem mais chances de crescer menos do que o esperado. Os bebês <strong>prematuros</strong> também têm maiores chances de crescer menos, e quando há a combinação de <strong>prematuro + PIG</strong>, o prejuízo ao crescimento é maior.</p>
<p><strong>Crianças PIG e/ou prematuras que não atingiram as curvas de referência de peso e de altura até os dois anos, mas principalmente após os quatro anos, merecem uma avaliação endocrinológica. </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Micropênis: o que o tamanho do pênis pode nos informar sobre a saúde endocrinológica da criança</title>
		<link>https://drabarbarakrammer.com.br/micropenis-o-que-o-tamanho-do-penis-pode-nos-informar-sobre-a-saude-endocrinologica-da-crianca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Bárbara Reis Krämmer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 22:08:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual a importância de avaliar a genitália durante a infância? O exame do pênis e dos testículos deve ser naturalizada &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://drabarbarakrammer.com.br/micropenis-o-que-o-tamanho-do-penis-pode-nos-informar-sobre-a-saude-endocrinologica-da-crianca/">Read More</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Qual a importância de avaliar a genitália durante a infância?</h3>
<figure id="attachment_382" aria-describedby="caption-attachment-382" style="width: 217px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-382" src="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-from-rawpixel-id-8920681-original-217x300.jpg" alt="" width="217" height="300" srcset="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-from-rawpixel-id-8920681-original-217x300.jpg 217w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-from-rawpixel-id-8920681-original-742x1024.jpg 742w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-from-rawpixel-id-8920681-original-768x1060.jpg 768w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-from-rawpixel-id-8920681-original-1113x1536.jpg 1113w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-from-rawpixel-id-8920681-original-1484x2048.jpg 1484w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-from-rawpixel-id-8920681-original-scaled.jpg 1855w" sizes="auto, (max-width: 217px) 100vw, 217px" /><figcaption id="caption-attachment-382" class="wp-caption-text"><em>Boy after the bath</em> por Peter Hansen</figcaption></figure>
<p>O exame do pênis e dos testículos deve ser naturalizada como parte importante do exame físico.</p>
<p>Avaliar a <strong>genitália</strong> <strong>de um recém-nascido, </strong>por exemplo, é imprescindível, já que a r<strong>edução do comprimento peniano</strong> é uma <strong>pista</strong> para alguns problemas de saúde.</p>
<p>O <strong>micropênis</strong> é um sintoma de várias doenças e, às vezes, é o único sintoma detectável sem exames laboratoriais. Algumas das <strong>condições associadas a micropênis</strong> são:</p>
<ul>
<li>Deficiência do Hormônio do Crescimento ou Hipopituitarismo</li>
<li>Distúrbios do Desenvolvimento Sexual</li>
<li>Hipogonadismo Hipogonadotrófico</li>
<li>Síndromes genéticas</li>
<li>Exposição pré-natal a Disruptores Endócrinos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O que é Micropênis?</h3>
<p>Um <b>micropênis</b> é um pênis que parece normal estruturalmente &#8211; uretra no local correto, sem curvatura excessiva &#8211; mas que é muito menor do que o padrão. Para ser considerado um micropênis, seu comprimento deve ser <b>2,5 desvios-padrão abaixo da média</b>. Para ter certeza disso, é preciso comparar o tamanho do pênis do bebê com tabelas de referência, que, de preferênica, deve ser adaptada para cada população.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Como é detectado o micropênis?</h3>
<p>A medição do comprimento do pênis é realizada de uma forma bem específica:</p>
<ol start="1">
<li>Primeiro, o médico <b>estica o pênis ao máximo</b>, mas com cuidado.</li>
<li>Em seguida, ele <b>pressiona a gordura na região da base do pênis</b> para ter certeza de que a régua está bem encostada.</li>
<li>Depois, ele <b>posiciona a régua na parte de cima do pênis</b> (a parte dorsal) e mede desde a base até a ponta da glande (a &#8220;cabeça&#8221; do pênis).</li>
</ol>
<p>A aferição de comprimento peniano é realizada por um profissional habilitado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Como é feito o tratamento do micropênis?</h3>
<p>Depende! Como não há uma única causa, não existe um único tratamento.</p>
<p>O endocrinologista pediátrico é um profissional habilitado para realizar a <strong>investigação, acompanhamento</strong> e <strong>recomendação</strong> <strong>terapêutica</strong> nesses casos!</p>
<p>A medida do comprimento peniano é<strong> contextualizada </strong> com outros dados de saúde da criança, assim como a necessidade de intervenção ou  simples acompanhamento clínico.</p>
<p>O pênis apresenta c<strong>rescimento lento durante a infância</strong>, com o maior ganho de comprimento durante os primeiros meses de vida e posteriormente somente na puberdade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Se você tem dúvidas sobre o crescimento do pênis do seu filho, marque uma consulta com um profissional habilitado!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte:</p>
<p>Krämmer BR, Silveira RC, Costa EC, et al. Evaluation of stretched penile length (SPL), postnatal penile growth evolution, and micropenis in Brazilian preterm newborns. J Pediatr (Rio J). 2025.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cheiro forte nas axilas: quando é normal uma criança precisar de desodorante?</title>
		<link>https://drabarbarakrammer.com.br/cheiro-forte-nas-axilas-quando-e-normal-uma-crianca-precisar-de-desodorante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Bárbara Reis Krämmer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 12:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drabarbarakrammer.com.br/?p=362</guid>

					<description><![CDATA[<p>A necessidade do uso de desodorante é algo que gera muitas dúvidas na família, principalmente em crianças jovens ou quando &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://drabarbarakrammer.com.br/cheiro-forte-nas-axilas-quando-e-normal-uma-crianca-precisar-de-desodorante/">Read More</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A necessidade do uso de desodorante é algo que gera muitas dúvidas na família, principalmente em crianças jovens ou quando o odor é mais intenso.</p>
<figure id="attachment_387" aria-describedby="caption-attachment-387" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-387" src="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-from-rawpixel-id-18049490-jpeg-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-from-rawpixel-id-18049490-jpeg-300x200.jpg 300w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-from-rawpixel-id-18049490-jpeg-1024x683.jpg 1024w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-from-rawpixel-id-18049490-jpeg-768x512.jpg 768w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-from-rawpixel-id-18049490-jpeg-720x480.jpg 720w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-from-rawpixel-id-18049490-jpeg.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-387" class="wp-caption-text">Imagem por rawpixel.com</figcaption></figure>
<h4 data-start="186" data-end="233">Quando o cheiro corporal começa a aparecer?</h4>
<p data-start="235" data-end="512">O surgimento do <strong data-start="251" data-end="283">cheiro corporal nas crianças</strong> está ligado ao início da dos processos da <strong data-start="328" data-end="341">puberdade</strong>. Durante essa fase, as <strong data-start="365" data-end="400">glândulas sudoríparas apócrinas</strong> começam a funcionar mais, produzindo substâncias no suor que causam o mau cheiro, especialmente nas <strong data-start="501" data-end="511">axilas</strong>.</p>
<p data-start="235" data-end="512">A faixa etária normal para o surgimento de odor axilar varia conforme o sexo:</p>
<ul>
<li data-start="872" data-end="937"><strong>Meninas:</strong> o cheiro corporal pode começar entre os <strong data-start="921" data-end="936">8 e 13 anos</strong>.</li>
<li data-start="940" data-end="985"><strong>Meninos:</strong> odor corporal muda entre os <strong data-start="969" data-end="984">9 e 14 anos</strong>.</li>
</ul>
<h4 data-start="1105" data-end="1144">Que fatores afetam o odor axilar?</h4>
<ol>
<li data-start="1149" data-end="1265">O cheiro corporal costuma ser <strong>mais forte em meninos</strong>.</li>
<li data-start="1270" data-end="1395">Quanto <strong>mais avançada a puberdade</strong>, maior a atividade das glândulas e maior a produção de cheiro.</li>
</ol>
<p style="text-align: left;" data-start="1400" data-end="1530">A pele muda durante a puberdade. Há aumento de <strong data-start="1478" data-end="1523">microrganismos como as bactérias e fungos </strong>&#8211; esses microrganismos gostam de gordura e crescem mais quando as glândulas sebáceas ficam mais ativas.</p>
<p data-start="1400" data-end="1530"><strong>Roupas sintéticas</strong> podem piorar o odor axilar.</p>
<h4 style="text-align: left;" data-start="1105" data-end="1144">O odor precoce é sinal de algum problema de saúde?</h4>
<p style="text-align: left;">O cheiro forte nas axilas é associado a processos de excesso de produção hormonal ou produção de hormônios sexuais antes da idade esperada. Esse tipo de desbalanço pode afetar negativamente a altura da criança e adiantar a puberdade, o que pode ter como resultado piora da qualidade de vida e malefícios psicológicos. As principais condições associadas ao odor precoce são: adrenarca precoce, hiperplasia adrenal congênita e puberdade precoce.</p>
<h4 style="text-align: left;" data-start="1105" data-end="1144">Quando procurar o endocrinologista pediátrico?</h4>
<p style="text-align: left;">O endocrinologista pediátrico pode esclarecer dúvidas referentes ao desenvolvimento de qualquer criança, mas os principais sinais de alerta são:</p>
<ul>
<li data-start="872" data-end="937">Odor que ocorre <strong>antes dos 8 anos </strong><strong>em meninas ou antes dos 9 anos em meninos</strong>, principalmente se acompanhado de surgimento de pelos pubianos, aumento de testículos e de mamas.</li>
<li data-start="872" data-end="937">História de outros familiares com <strong>sinais puberais precoces.</strong></li>
<li>Presença de outros sinais de <strong>virilização</strong> como surgimento de <strong>acne antes da adolescência</strong>, aumento rápido do <strong><strong>pênis ou do clitóris.</strong></strong></li>
</ul>
<h4 style="text-align: left;" data-start="1105" data-end="1144">O que deve ser feito quando a criança apresenta cheiro antes da hora?</h4>
<p style="text-align: left;">Além da consulta com endocrinologista nas situações relatadas acima, algumas medidas práticas são:</p>
<ul>
<li>Preferir roupas de <strong>tecidos naturais </strong>como algodão.</li>
<li><strong>Troca mais frequente de roupas</strong>, especialmente após atividade física.</li>
<li>Revisar<strong> higienização das axilas</strong>.</li>
<li>Uso de <strong>desodorantes</strong> adequados para a faixa etária, preferencialmente sem fragrância.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fontes</strong></p>
<p data-start="201" data-end="547"><strong data-start="201" data-end="207">1.</strong> CHOPRA, A.; BAUR, A.; HUMMEL, T. Thresholds and chemosensory event-related potentials to malodors before, during, and after puberty: Differences related to sex and age. <em data-start="377" data-end="389">NeuroImage</em>, [S.l.], v. 40, n. 3, p. 1257–1263, 2008. DOI: <a class="cursor-pointer" target="_new" rel="noopener" data-start="437" data-end="521">10.1016/j.neuroimage.2008.01.015</a>. Acesso em: 15 jul. 2025.</p>
<p data-start="549" data-end="860"><strong data-start="549" data-end="555">2.</strong> PARK, J. et al. Shifts in the skin bacterial and fungal communities of healthy children transitioning through puberty. <em data-start="675" data-end="717">The Journal of Investigative Dermatology</em>, [S.l.], v. 142, n. 1, p. 212–219, 2022. DOI: <a class="cursor-pointer" target="_new" rel="noopener" data-start="764" data-end="834">10.1016/j.jid.2021.04.034</a>. Acesso em: 15 jul. 2025.</p>
<p data-start="862" data-end="1124"><strong data-start="862" data-end="868">3.</strong> LAM, T. H. et al. Understanding the microbial basis of body odor in pre-pubescent children and teenagers. <em data-start="975" data-end="987">Microbiome</em>, [S.l.], v. 6, n. 1, p. 213, 2018. DOI: <a class="cursor-pointer" target="_new" rel="noopener" data-start="1028" data-end="1098">10.1186/s40168-018-0588-z</a>. Acesso em: 15 jul. 2025.</p>
<p data-start="1126" data-end="1411"><strong data-start="1126" data-end="1132">4.</strong> DI CICCO, F. et al. Intrinsic and extrinsic factors affecting axillary odor variation: A comprehensive review. <em data-start="1244" data-end="1267">Physiology &amp; Behavior</em>, [S.l.], v. 270, p. 114307, 2023. DOI: <a class="cursor-pointer" target="_new" rel="noopener" data-start="1307" data-end="1385">10.1016/j.physbeh.2023.114307</a>. Acesso em: 15 jul. 2025.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Criança que dorme pouco: como o sono inadequado afeta os hormônios e o crescimento</title>
		<link>https://drabarbarakrammer.com.br/sono-infantil-saudavel-quantas-horas-meu-filho-deve-dormir-para-crescer-bem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Bárbara Reis Krämmer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 18:08:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sono adequado é um pilar fundamental para a saúde infantil. O sono saudável propicia equilíbrio hormonal, o crescimento e &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://drabarbarakrammer.com.br/sono-infantil-saudavel-quantas-horas-meu-filho-deve-dormir-para-crescer-bem/">Read More</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>sono</strong> adequado é um <strong>pilar fundamental</strong> para a <strong>saúde infantil</strong>. O <strong>sono</strong> <strong>saudável </strong>propicia equilíbrio hormonal, o crescimento e o desenvolvimento intelectual.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-394 alignright" src="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/06/image-from-rawpixel-id-5923388-original-300x200.jpg" alt="" width="369" height="246" srcset="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/06/image-from-rawpixel-id-5923388-original-300x200.jpg 300w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/06/image-from-rawpixel-id-5923388-original-1024x683.jpg 1024w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/06/image-from-rawpixel-id-5923388-original-768x512.jpg 768w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/06/image-from-rawpixel-id-5923388-original-1536x1024.jpg 1536w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/06/image-from-rawpixel-id-5923388-original-2048x1365.jpg 2048w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/06/image-from-rawpixel-id-5923388-original-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 369px) 100vw, 369px" /></p>
<h6></h6>
<h6>Quantas horas o meu filho ou filha precisa dormir?</h6>
<p>O <strong>tempo de sono</strong> adequado varia conforme <b>faixa etária</b>, e a recomendação da Academia Americana de Medicina do Sono é de:</p>
<ul>
<li><strong>Abaixo de 12 meses:</strong> 12 a 16 horas por dia (incluindo cochilos)</li>
<li><strong>1 a 2 anos:</strong> 11 a 14 horas por dia (incluindo cochilos)</li>
<li><strong>3 a 5 anos</strong>: 10 a 13 horas por dia (incluindo cochilos)</li>
<li><strong>6 a 12 anos:</strong> 9 a 12 horas por dia</li>
<li><strong>13 a 18 anos:</strong> 8 a 10 horas por dia</li>
</ul>
<h6></h6>
<p>&nbsp;</p>
<h6>Quais os perigos de dormir mal?</h6>
<p>Dormir mal ou pouco é relacionado a diversos desfechos negativos em saúde infantil:</p>
<ul>
<li data-start="183" data-end="227"><strong data-start="183" data-end="227">Redução </strong>da secreção do<strong data-start="183" data-end="227"> hormônio do crescimento, </strong>que<strong data-start="183" data-end="227"> não é compensada </strong>durante o dia.</li>
<li data-start="183" data-end="227"><strong>Diminuição </strong>da<strong> resposta </strong>ao<strong> hormônio do crescimento </strong>naturalmente produzido.</li>
<li data-start="183" data-end="227"><strong>Maior risco </strong>de<strong> obesidade  e </strong>de <strong>pressão alta. </strong></li>
<li data-start="183" data-end="227"><strong>Aceleração de puberdade</strong> em meninas, provavelmente por uma associadação a obesidade.</li>
<li data-start="183" data-end="227"><strong>Piora</strong> da <strong>memória</strong>, do <strong>controle emocional</strong>, e da <strong>saúde mental.</strong></li>
<li data-start="183" data-end="227"><strong>Piora</strong> da <strong>altura </strong>em comparação a crianças que dormem melhor.</li>
<li data-start="183" data-end="227"><strong>Aumento </strong>da <strong>gordura corporal</strong>.</li>
</ul>
<h6></h6>
<h6>Existe um horário ideal para ir dormir?</h6>
<p>Crianças pequenas parecem se beneficiar de dormir <strong>antes das 21 horas</strong>. Para adolescentes e crianças mais velhas, a recomendação não é objetiva, mas considerando um horário para acordar em torno de 7 horas da manhã, o limite de <strong>antes das </strong><strong>22 horas </strong>parece adequado para crianças acima de 6 anos e adolescentes.</p>
<h6></h6>
<h6>O que fazer para proporcionar um sono de maior qualidade?</h6>
<ul>
<li><strong>Dormir</strong> e <strong>acordar</strong> em horários semelhantes no dia-a-dia.</li>
<li>Praticar<strong> atividade física</strong>.</li>
<li>Evitar <strong>telas</strong> próximo do horário do sono (prinicpalmente na última hora antes de dormir) e<strong> não tê-las no quarto</strong> à noite.</li>
<li><strong>Limitar</strong> o uso de telas durante o dia.</li>
<li>Evitar <strong>cafeína</strong> já no período da tarde; <strong> </strong></li>
<li>Montar uma <strong>rotina de sono</strong>, envolvendo coisas como ler, tomar banho, ou outras atividades que acalmam a criança.</li>
<li>Limitar o <strong>tempo de soneca</strong>, principalmente em adolescentes.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes:</p>
<p data-start="137" data-end="295">BRANDENBERGER, G. et al. Effect of sleep deprivation on overall 24 h growth-hormone secretion. <em data-start="236" data-end="262">Lancet (London, England)</em>, v. 356, n. 9239, p. 1408, 2000.</p>
<p data-start="297" data-end="499">CHEN, Y. et al. Status of sleeping habits and its influence on growth and metabolism of children in Beijing: a population-based cross-sectional study. <em data-start="452" data-end="471">BMC Public Health</em>, v. 25, n. 1, p. 474, 2025.</p>
<p data-start="501" data-end="693">CUI, L. et al. Sleep deprivation inhibits proliferation of adult hippocampal neural progenitor cells by a mechanism involving IL-17 and P38 MAPK. <em data-start="651" data-end="667">Brain Research</em>, v. 1714, p. 81-87, 2019.</p>
<p data-start="695" data-end="853">GUNAWAN, S. P. et al. Sleep deprivation alters pubertal timing in humans and rats: the role of the gut microbiome. <em data-start="814" data-end="821">Sleep</em>, v. 47, n. 2, p. zsad308, 2024.</p>
<p data-start="855" data-end="1012">LYU, X. et al. Acute sleep deprivation leads to growth hormone (GH) resistance in rats. <em data-start="947" data-end="986">General and Comparative Endocrinology</em>, v. 296, p. 113545, 2020.</p>
<p data-start="1014" data-end="1163">MUTH, N. D. et al. The role of the pediatrician in the promotion of healthy, active living. <em data-start="1110" data-end="1122">Pediatrics</em>, v. 153, n. 3, e2023065480, 1 mar. 2024.</p>
<p data-start="1165" data-end="1376">PARUTHI, S. et al. Recommended amount of sleep for pediatric populations: a consensus statement of the American Academy of Sleep Medicine. <em data-start="1308" data-end="1344">Journal of Clinical Sleep Medicine</em>, v. 12, n. 6, p. 785–786, 2016.</p>
<p data-start="1378" data-end="1521">ROSENBLUM, Y. et al. Sustained polyphasic sleep restriction abolishes human growth hormone release. <em data-start="1482" data-end="1489">Sleep</em>, v. 47, n. 2, p. zsad321, 2024.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Disruptores endócrinos no dia-a-dia: como eles afetam as crianças, onde eles estão e como evitá-los</title>
		<link>https://drabarbarakrammer.com.br/disruptores-endocrinos-no-dia-a-dia-como-eles-afetam-as-criancas-onde-eles-estao-e-como-evita-los/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Bárbara Reis Krämmer]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 20:22:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://drabarbarakrammer.com.br/?p=352</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que são disruptores endócrinos (DEs)? Disruptores endócrinos (DEs) são compostos químicos que podem atrapalhar o funcionamento dos hormônios no &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://drabarbarakrammer.com.br/disruptores-endocrinos-no-dia-a-dia-como-eles-afetam-as-criancas-onde-eles-estao-e-como-evita-los/">Read More</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>O que são disruptores endócrinos (DEs)?</h3>
<p>Disruptores endócrinos (DEs) são compostos químicos que podem atrapalhar o funcionamento dos hormônios no nosso corpo. Eles podem agir de maneiras diversas, mas se hipotetiza que eles imitem ou bloqueiem a ação dos hormônios que já produzimos naturalmente, e assim causam complicações para a saúde.</p>
<h1><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-399 aligncenter" src="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-from-rawpixel-id-5916171-original-300x200.jpg" alt="" width="485" height="323" srcset="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-from-rawpixel-id-5916171-original-300x200.jpg 300w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-from-rawpixel-id-5916171-original-1024x683.jpg 1024w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-from-rawpixel-id-5916171-original-768x512.jpg 768w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-from-rawpixel-id-5916171-original-1536x1024.jpg 1536w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-from-rawpixel-id-5916171-original-2048x1365.jpg 2048w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-from-rawpixel-id-5916171-original-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 485px) 100vw, 485px" /></h1>
<h3>Por que esse assunto preocupa pais e endocrinologistas pediátricos?</h3>
<p>Nos últimos anos, se percebe que algumas doenças estão se tornando mais comuns na infância, dentre elas:</p>
<ul>
<li>obesidade</li>
<li>diabetes</li>
<li>alterações nos órgãos genitais ao nascimento</li>
<li>puberdade precoce</li>
</ul>
<p>Isso levanta dúvidas na comunidade científica se há algum fator ambiental, como os DEs, interferindo na saúde infantil. A exposição aos DEs afeta as pessoas de maneiras diferentes, dependendo do grau de exposição, da fase da vida, do sexo e outros fatores individuais ainda desconhecidos.</p>
<p>Ainda, as crianças são mais sensíveis aos DEs, dado que o corpo delas é menor, elas estão em fase de crescimento e também têm mais dificuldade para eliminar substâncias nocivas. Os hormônios têm um papel muito importante na infância e são determinantes para a integridade do organismo para o resto da vida, então qualquer interferência nesse período pode causar efeitos para o resto da vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Então, como essas substâncias agem?</h3>
<p class="" data-start="443" data-end="521">Para entender melhor, podemos dividir as formas de ação dos DEs de 3 formas</p>
<ol data-start="523" data-end="1247">
<li class="" data-start="523" data-end="787">
<p class="" data-start="526" data-end="787"><strong data-start="526" data-end="559">Imitação ou bloqueio de hormônios &#8211; </strong> podem fazer o corpo acreditar que está recebendo um hormônio  ou impedir que o hormônio verdadeiro funcione</p>
</li>
<li class="" data-start="789" data-end="988">
<p class="" data-start="792" data-end="988"><strong data-start="792" data-end="834">Mudança na produção e no uso dos hormônios &#8211; </strong>podem atrapalha enzimas que o corpo usa para produzir ou quebrar os hormônios, gerando desregulação</p>
</li>
<li class="" data-start="789" data-end="988">
<p class="" data-start="792" data-end="988"><strong data-start="993" data-end="1042">Alteração da função dos genes (epigenética) &#8211;</strong> os DEs podem modificar o jeito como os genes são ativados ou desativados, mudando a expressão genética.</p>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Quais são os principais DEs encontrados no dia-a-dia?</h3>
<p><strong>Bisfenol A (BPA)</strong> – <span class="break-words bg-yellow-50">encontramos em embalagens plásticas de alimentos, recibos térmicos.</span></p>
<p><strong>Ftalatos</strong> – encontramos em brinquedos, embalagens de alimentos, produtos de higiene pessoal e equipamentos médicos.</p>
<p><strong>Pesticidas</strong> – encontramos nos alimentos e na água</p>
<p><strong>Parabenos</strong> – encontramos em loções, em xampus e em cosméticos em geral.</p>
<p><strong>PCBs</strong> – <span class="break-words bg-yellow-50">encontramos em transformadores elétricos antigos, tintas, selantes e depositados na gordura animal.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Mas esses efeitos negativos são comprovados cientificamente?</h3>
<p><span class="break-words bg-yellow-50">Há mais de  4 mil substâncias conhecidas que podem ter ação de DEs.</span> A maior parte dos estudos sobre como  os DEs agem são em animais, o que não é a forma mais comprovada de demonstrar efeitos em seres humanos. Porém, provar que essas substâncias fazem mal ao ser humano em estudos controlados em humanos é difícil, já que é quase impossível estudar seus efeitos dos DEs separadamente e  que as pessoas são expostas a diversos potenciais DEs todos os dias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Então, se não está 100% comprovado, por que devo me preocupar?</h3>
<p>A maior parte das fontes de DEs na criança é proveniente de coisas supérfulas e que já não fazem bem à saúde. Para diminuir o contato com DEs, algumas atitudes simples já ajudam:</p>
<ul data-start="247" data-end="880">
<li class="" data-start="247" data-end="454">
<p class="" data-start="249" data-end="454"><strong data-start="249" data-end="267">Na alimentação</strong>: prefira alimentos <em>in natura</em> ou pouco processados, de produção local e frutas de estação. Evite esquentar comida em embalagens de plástico — use potes de vidro, porcelana ou aço inox para preparar os alimentos.</p>
</li>
<li class="" data-start="456" data-end="720">
<p class="" data-start="458" data-end="720"><strong data-start="458" data-end="494">Nos produtos de higiene e beleza</strong>: evite qualquer cosmético desnecessário na infância. Substâncias como ftalatos, parabenos, triclosan e fragrâncias artificiais são possíveis DEs. Crianças não devem usar maquiagem, já que a preocupação estética excessiva com estética nessa fase pode ter efeitos psicológicos negativos e o uso desse tipo de produto não é de segurança comprovada.</p>
</li>
<li class="" data-start="722" data-end="880">
<p class="" data-start="724" data-end="880"><strong data-start="724" data-end="739">No ambiente</strong>: use menos plástico, beba água filtrada a e descarte o lixo de forma correta.</p>
</li>
</ul>
<p class="" data-start="882" data-end="983">Por fim, essas atitudes ajudam na redução da exposição aos DEs e contribuem para uma vida saudável.</p>
<p data-start="882" data-end="983">Fontes:</p>
<p>1. Monneret C. What is an endocrine disruptor? Vol. 340, Comptes Rendus &#8211; Biologies. Elsevier Masson SAS; 2017. p. 403–5.<br />
2. Predieri B, Iughetti L, Bernasconi S, Street ME. Endocrine Disrupting Chemicals’ Effects in Children: What We Know and What We Need to Learn?Vol. 23, International Journal of Molecular Sciences. MDPI; 2022.<br />
3. Ghassabian A, Vandenberg L, Kannan K, Trasande L. Endocrine-Disrupting Chemicals and Child Health. Annual Reviews [Internet]. setembro de 2021;(62):573–94. Disponível em: https://doi.org/10.1146/annurev-pharmtox-021921-<br />
4. Candido da Silva CC, Pedroso de Paula LC, Nascimento ML, Barbosa ME, Libertatore Jr RDR, Machado Pinto R, et al. Desreguladores Endócrinos: Informações para o Pediatra. Documento Científico &#8211; Sociedade Brasileira de Pediatria. fevereiro de 2021;(10).</p>
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		<title>Meu filho ou filha não cresce &#8211; quais são as principais razões para uma criança com baixa estatura?</title>
		<link>https://drabarbarakrammer.com.br/meu-filho-ou-filha-nao-cresce-quais-sao-as-principais-razoes-para-uma-crianca-com-baixa-estatura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dra. Bárbara Reis Krämmer]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Apr 2025 19:42:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O crescimento em estatura é um dos melhores indicativos de saúde para uma criança, porque depende de boa alimentação, acesso &#8230; <a class="kt-excerpt-readmore more-link" href="https://drabarbarakrammer.com.br/meu-filho-ou-filha-nao-cresce-quais-sao-as-principais-razoes-para-uma-crianca-com-baixa-estatura/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<article class="text-token-text-primary w-full" dir="auto" data-testid="conversation-turn-2" data-scroll-anchor="false">
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<p class="" data-start="52" data-end="314">O <strong>crescimento em estatura</strong> é um dos melhores indicativos de <strong>saúde</strong> para uma criança, porque depende de boa alimentação, acesso à saúde e funcionamento correto dos hormônios. A <strong>redução da velocidade do crescimento</strong> pode ser o <strong>primeiro sinal</strong> de que algo não vai bem com a saúde de uma criança.</p>
<figure id="attachment_403" aria-describedby="caption-attachment-403" style="width: 200px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-403" src="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image-from-rawpixel-id-254584-jpeg-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image-from-rawpixel-id-254584-jpeg-200x300.jpg 200w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image-from-rawpixel-id-254584-jpeg-683x1024.jpg 683w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image-from-rawpixel-id-254584-jpeg-768x1151.jpg 768w, https://drabarbarakrammer.com.br/wp-content/uploads/2025/04/image-from-rawpixel-id-254584-jpeg.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-403" class="wp-caption-text">Imagem por rawpixel.com</figcaption></figure>
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</div>
</div>
<h4 data-start="316" data-end="770">Crescimento ao longo da infância</h4>
<div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal [.text-message+&amp;]:mt-5" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="53aa9750-4d7f-4dd5-905d-32e8bca93d4c" data-message-model-slug="gpt-4o">
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<div class="markdown prose dark:prose-invert w-full break-words light">
<p class="" data-start="316" data-end="770"><strong>Ao nascer</strong>, o peso e a altura do bebê depende principalmente da saúde materna durante a gestação. <strong>Nos dois primeiros anos</strong>, muitas crianças mudam seu ritmo de crescimento enquanto se ajustam ao padrão esperado para sua família (altura dos pais). Nesse começo de vida, fatores como nutrição, infecções e ambiente familiar têm grande impacto. Mais tarde, <strong>na infância</strong>, o crescimento passa a ser mais influenciado pela genética.</p>
<p data-start="316" data-end="770">
</div>
<h4 data-start="316" data-end="770">Baixa estatura e velocidade de crescimento normal</h4>
<div class="markdown prose dark:prose-invert w-full break-words light">
<p class="" data-start="1288" data-end="1612">A baixa estatura ocorre quando a altura da criança está entre os menores 2% da população, ou está  muito diferente da altura esperada para a família. Também é preocupante se a criança passa a crescer muito devagar por mais de seis meses.</p>
<p>A velocidade de crescimento esperada para cada faixa etária é de:</p>
<table class="min-w-full" data-start="2099" data-end="2669">
<thead data-start="2099" data-end="2167">
<tr data-start="2099" data-end="2167">
<th data-start="2099" data-end="2125">Idade</th>
<th data-start="2125" data-end="2146">Meninas</th>
<th data-start="2146" data-end="2167">Meninos</th>
</tr>
</thead>
<tbody data-start="2238" data-end="2669">
<tr data-start="2238" data-end="2309">
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2238" data-end="2265">Nascimento a 12 meses</td>
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2265" data-end="2287">23-27 cm/ano</td>
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2287" data-end="2309">23-27 cm/ano</td>
</tr>
<tr data-start="2310" data-end="2381">
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2310" data-end="2337">1 a 2 anos</td>
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2337" data-end="2359">10-14 cm/ano</td>
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2359" data-end="2381">10-14 cm/ano</td>
</tr>
<tr data-start="2382" data-end="2453">
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2382" data-end="2409">2 a 3 anos</td>
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2409" data-end="2431">8 cm/ano</td>
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2431" data-end="2453">8 cm/ano</td>
</tr>
<tr data-start="2454" data-end="2525">
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2454" data-end="2481">3 a 5 anos</td>
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2481" data-end="2503">7 cm/ano</td>
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2503" data-end="2525">7 cm/ano</td>
</tr>
<tr data-start="2526" data-end="2597">
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2526" data-end="2553">5 anos até puberdade</td>
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2553" data-end="2575">5-6 cm/ano</td>
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2575" data-end="2597">5-6 cm/ano</td>
</tr>
<tr data-start="2598" data-end="2669">
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2598" data-end="2625">Durante a puberdade</td>
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2625" data-end="2647">8-12 cm/ano</td>
<td class="max-w-[calc(var(--thread-content-max-width)*2/3)]" data-start="2647" data-end="2669">10-14 cm/ano</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[3px]">
<div class="markdown prose dark:prose-invert w-full break-words light">
<h4 data-start="316" data-end="770">Causas de baixa estatura</h4>
<p class="" data-start="2113" data-end="2161">Entre as <strong>causas não patológicas</strong> de baixa estatura estão:</p>
<ul data-start="2162" data-end="2426">
<li class="" data-start="2162" data-end="2250">
<p class="" data-start="2164" data-end="2250"><strong data-start="2164" data-end="2197">Baixa estatura familiar</strong>: a criança cresce bem, mas é pequena como seus pais.</p>
</li>
<li class="" data-start="2251" data-end="2426">
<p class="" data-start="2253" data-end="2426"><strong data-start="2253" data-end="2312">Atraso constitucional do crescimento e puberdade</strong>: a criança cresce mais devagar e entra na puberdade mais tarde, mas geralmente atinge a altura esperada no final.</p>
</li>
</ul>
<p class="" data-start="2428" data-end="2471">Já as <strong>causas patológicas (doenças)</strong> incluem:</p>
<ul data-start="2472" data-end="2677">
<li class="" data-start="2472" data-end="2494">
<p class="" data-start="2474" data-end="2494">Alterações<strong> genéticas</strong>.</p>
</li>
<li class="" data-start="2495" data-end="2586">
<p class="" data-start="2497" data-end="2586"><strong>Doenças crônicas</strong> como doença celíaca, problemas renais ou cardíacos e asma mal controlada.</p>
</li>
<li class="" data-start="2587" data-end="2677">
<p class="" data-start="2589" data-end="2677"><strong>Distúrbios hormonais</strong> como hipotireoidismo e deficiência do hormônio do crescimento (GH).</p>
</li>
</ul>
<p class="" data-start="2679" data-end="2813">A <strong>baixa estatura idiopática</strong> é um diagnóstico de exclusão, feito quando nenhuma doença é identificada após a investigação, mas que ainda assim pode necessitar de tratamento.</p>
<p class="" data-start="2815" data-end="3054"><strong>Detectar e tratar cedo as doenças que causam baixa estatura aumenta muito as chances de a criança de uma altura normal na vida adulta. </strong></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</article>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://drabarbarakrammer.com.br/meu-filho-ou-filha-nao-cresce-quais-sao-as-principais-razoes-para-uma-crianca-com-baixa-estatura/">Meu filho ou filha não cresce &#8211; quais são as principais razões para uma criança com baixa estatura?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://drabarbarakrammer.com.br">Dra. Bárbara Reis Krammer - Endocrinologista Pediátrica em Caxias do Sul, Farroupilha e Porto Alegre.</a>.</p>
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